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Posted by on mar 8, 2017 in Uncategorized |

Lançamento de livros

Lançamento de livros

Reproduzimos abaixo duas notícias a respeito de lançamento de livros. Primeiro, um convite para o duplo lançamento de obras dos colegas Ariane Holzbach e Marco Roxo, da UFF, que acontecerá na quinta-feira da próxima semana, dia 15, às 19h, na Blooks Livraria, Avenida Visconde do Rio Branco, 880 (Reserva Cultural), São Domingos, Niterói.

O segundo é uma obra organizada por pesquisadores do Laboratório de Políticas de Comunicação (UnB) e do grupo de pesquisa Políticas e Estratégias de Comunicação (Intercom). Entre as entrevistadas está a professora Heloisa Dias Bezerra, do Departamento de Ciências Sociais da Unirio.

 

Convite Marco-01

“Prezad@s,

no próximo dia 15 de março, quarta-feira, Marco Roxo e eu lançaremos nossos livros em um evento conjunto. Ambas as obras são resultado de nossas teses de doutorado e versam sobre diferentes aspectos da Comunicação. Os convites com detalhes do lançamento estão anexados. Sintam-se convidad@s!

Meu livro A Invenção do Videoclipe: a história por trás da consolidação de um gênero audiovisual propõe um novo olhar sobre um dos produtos culturais mais presentes nas mídias hoje: o videoclipe. O objetivo é contar a história de consolidação desse audiovisual, tendo em vista três eixos de análise: 1) a formação do estado da arte do videoclipe; 2) a sua consolidação a partir da criação da MTV nos Estados Unidos, em 1981; 3) a consolidação das suas principais convenções narrativas.

O livro do Marco, Jornalistas pra quê? Militância sindical e o drama da identidade profissional, mostra que o jornalismo como profissão parece estar em uma encruzilhada. De um lado, vemos a presença cada vez mais intensa de amadores, com seus blogs, imagens geradas em aplicativos móveis etc. e na produção jornalística; de outro, há um intenso esforço, principalmente das instituições sindicais, em restituir para os jornalistas graduados uma reserva de mercado até então garantida pela obrigatoriedade do diploma para o exercício profissional do jornalismo.
Os dois livros já estão à venda no site da editora Appris e em livrarias pelo Brasil. É possível também adquirir a versão em e-book ou a versão impressa através dos seguintes links:http://www.editoraappris.com.br/produto/a-invencao-do-videoclipe-a-historia-por-tras-da-consolidacao-de-um-genero-audiovisual

http://www.editoraappris.com.br/produto/jornalistas-pra-que-militancia-sindical-e-o-drama-da-identidade-profissional

Abraços,

Ariane Holzbach (em nome também do Marco Roxo)”

Convite Ariane-01

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FAC Livros lança o e-book Mídia, Misoginia e Golpe

 
Mídia, Misoginia e Golpe consiste na coletânea de 52 entrevistas, realizadas por pesquisadoras e pesquisadores de todo o Brasil, com personalidades acadêmicas e políticas com importantes contribuições neste debate, seja na mídia ou em outros palanques, convidadas a responder: Foi golpe? A mídia apoiou? A misoginia impactou?
CLIQUE AQUI para baixar o livro em formato pdf gratuitamente.
O volume foi organizado por Elen Cristina Geraldes, Tânia Regina Oliveira Ramos, Juliano Domingues da Silva, Liliane Maria Macedo Machado e Vanessa Negrini, numa parceria entre o Laboratório de Políticas de Comunicação – LaPCom, do Programa de Pós-graduação da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília – FAC/UnB, e do Grupo de Trabalho Políticas e Estratégias de Comunicação da Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação.
De maneira geral, os entrevistados e entrevistadas foram contundentes ao afirmar que, sim, o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff foi um golpe, embora com características bastante distintas do que houve anteriormente na história política do país.
Também foi consenso entre a maioria dos entrevistados e entrevistadas que a mídia teve um papel fundamental e ativo na arquitetura do golpe, atuando de forma articulada com os grupos beneficiários do processo.
As questões de gênero, a misoginia, o sexismo, a herança de uma cultura que se forjou no patriarcado, foram ingredientes apontados como de grande relevância para influenciar a opinião pública durante a cobertura do processo de impeachment.
Por fim, os entrevistados e entrevistadas observaram que a derrubada de Dilma representa um duro golpe na participação feminina na política brasileira, que já era considerada uma das mais baixas no mundo, com reflexos e ameaças ao processo de conquistas sociais e culturais em construção nos últimos anos.”